Com a sanção da LC 214, FIAGROS e FIIs perderam a isenção tributária inicialmente prevista no PLP 68. A nova regra impõe a incidência de IBS e CBS sobre esses fundos, impactando diretamente sua rentabilidade e alterando a dinâmica do mercado de investimentos no Brasil.
O veto gerou críticas da Anbima, que alertou para a quebra da neutralidade tributária, prejudicando os fundos em relação aos investimentos diretos, que seguem isentos. Esse novo cenário exige que investidores reavaliem suas posições e considerem novas estratégias para manter a competitividade de seus investimentos.
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