Em meio às negociações para criação de uma nova empresa no setor de oncologia, Marcos Camilo, CEO da Pulse Capital, analisou o racional estratégico da possível operação entre Fleury, Oncoclínicas e Porto Seguro.
A transação em discussão envolve a transferência de mais de 140 clínicas de tratamento oncológico, aporte inicial de R$ 500 milhões e a possibilidade de alocação de até R$ 2,5 bilhões em passivos na nova estrutura. O desenho ainda é preliminar e depende de etapas relevantes, como diligência, contratos finais e aprovações regulatórias, dentro de uma janela exclusiva de 30 dias iniciada em 13 de março.
Na avaliação de Camilo, o ponto mais relevante está na complementaridade entre os três negócios:
“Porto é uma provedora de serviços de pagamentos para serviços de saúde, enquanto a Fleury é uma empresa prestadora de serviços do setor de saúde. A Oncoclínicas é uma empresa que consome os serviços da Fleury e da Porto. Os 3 players estão na mesma cadeia e esta fusão pode gerar boas sinergias, tanto de redução de custos pela verticalização quanto da venda cruzada para os mesmos consumidores.”.
Esse tipo de análise reforça a atuação da Pulse Capital em operações complexas, nas quais sinergia operacional, estrutura de capital e lógica setorial precisam ser avaliadas em conjunto.
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