Em entrevista ao O Globo, o CEO da Pulse Capital, Marcos Camilo, comentou o caso da reestruturação de dívidas Raizen e ressaltou sua complexidade.
A decisão da Raízen de iniciar uma reorganização de sua estrutura de dívida colocou no radar do mercado uma discussão relevante sobre risco em crédito corporativo. A companhia busca renegociar aproximadamente R$ 65 bilhões em obrigações financeiras, movimento que exige negociação direta com credores e investidores que adquiriram papéis emitidos pela empresa.
“Vai para a fila de credores gerais. O CRA e o CRI não têm proteção do FGC. O risco é maior mesmo. Se o lastro são debêntures da própria empresa, uma via que a empresa pode tentar é converter em equity (ações). Assim, o credor deixa de ser credor e passa a ser sócio, por exemplo. A dívida vira capital social da empresa.” Disse o Camilo.
O episódio evidencia como instrumentos de dívida corporativa podem assumir perfis de risco diferentes dependendo da prioridade de pagamento, das garantias associadas e do desenho da renegociação proposta.
A participação de Camilo no debate reforça a presença da Pulse Capital nos principais veículos de comunicação como fonte técnica para análise sobre os temas que vão desde a reestruturação empresarial até planejamento sucessório e patrimonial.
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