A Pulse Capital foi destaque no Finsiders Brasil, em uma discussão sobre a proposta da SEC que visa desburocratizar o mercado de capitais norte-americano. A medida é um sinal para atrair empresas de tecnologia financeira que buscam liquidez além do setor privado.
Marcos Camilo, CEO da Pulse Capital, destaca na reportagem que o amadurecimento do mercado de capitais é a saída natural para empresas que atingiram um porte onde o retorno via Venture Capital torna-se excessivamente pressionado.
Segundo Camilo:
“O Brasil precisa evoluir muito tanto na regulamentação quanto na gestão macroeconômica para viabilizar o retorno das captações via bolsa de valores. Empresas muito grandes possuem dificuldade de captar com venture capital a partir de um certo tamanho, dado que o retorno do capital cada vez mais fica pressionado nesses estágios. A melhor forma de captar para essas empresas é a abertura de capital.”
A leitura geral é que a reforma foca em reduzir exigências de divulgação repetitiva e, o que é mais sensível para companhias brasileiras, diminuir os custos de adequação contábil aos padrões dos EUA. Uma mudança que pode ser o ponto de inflexão para destravar o pipeline de IPOs de fintechs nacionais que hoje operam com governança madura, mas encontram gargalos de captação no mercado local.
Como boutique multidisciplinar, reforçamos que a abertura de capital não é apenas uma transação financeira, mas sim o teste definitivo da arquitetura de controle e da tese de valor de uma organização.
Confira a análise técnica completa sobre a reforma da SEC e o impacto para o ecossistema brasileiro no link.
https://finsidersbrasil.com.br/noticias-sobre-fintechs/reforma-da-sec-facilita-entrada-de-fintechs-brasileiras-na-bolsa/
