No cenário global, o mercado fechou como o segundo melhor ano da história, com valor total reportado entre US$ 4,5 trilhões e US$ 4,9 trilhões, puxado sobretudo por operações de grande porte. No Brasil, o movimento também foi positivo, mas menos explosivo com as estimativas que variam entre US$ 51 bilhões e US$ 56,41 bilhões. Esse processo se deu em meio a clara liderança brasileira na América Latina e estabilidade de crescimento no número de transações, dependendo da base consultada.
Os dados setoriais ajudam a entender o desenho do mercado. Em quantidade, a tecnologia continuou concentrando negócios, seguida por instituições financeiras e empresas de internet. Em valor, o peso se deslocou para energia e renováveis, que responderam por 53% do volume financeiro do ano.
Também houve maior protagonismo dos fundos. As operações com private equity e venture capital atingiram 791 transações, cerca de 50% do total da amostra da KPMG. Isso aumenta a sofisticação do ambiente negocial e torna mais relevante a preparação jurídica, tributária e societária das empresas que buscam capital, venda ou consolidação.
Na leitura da Pulse Capital, o principal recado de 2025 é: M&A voltou a ser uma avenida concreta no Brasil, mas para quem chega preparado, acompanhado de rigor técnico e estratégia robusta antes, durante e após o fechamento do negócio.
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