A reconfiguração da tributação sobre dividendos não é apenas uma alteração pontual, ela inaugura uma nova dinâmica entre empresa, sócios e fluxo de resultados. O impacto inicial é imediato, mas os efeitos mais relevantes se concentram no médio prazo, especialmente a partir de 2026, quando estruturas hoje eficientes podem perder tração.
Empresas que distribuem resultados com base em previsibilidade fiscal passam a enfrentar variáveis adicionais: incidência mínima, limites mensais, interação entre IRPJ, CSLL e a tributação na pessoa física. Isso altera decisões sobre retenção de lucro, política de dividendos, reinvestimento e até valuation.
A “onda de choque” da medida força uma revisão profunda de holdings, acordos societários, estruturas patrimoniais e estratégias de remuneração de sócios. Em 2026, tende a ganhar vantagem quem tiver reorganizado com antecedência. Já quem reagir depois, paga o custo.
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